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Notícias


 
 

Fundador da ABRALE é notícia no Jô Soares

Eduardo Marafanti, um dos fundadores da ABRALE, contou como venceu a Leucemia Mieloide Crônica no programa Jô Soares de 24 de agosto. Confira.

 



Escrito por blogabrale às 16h21
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ABRALE orienta: como garantir que o medicamento comprado não provém de um roubo

Hoje o programa Bom dia Brasil trouxe uma matéria sobre a apreensão de uma quadrilha que roubava e vendia remédios contra câncer, entre eles o Rituximab (Mabthera), indicado para linfoma, e Mesilato de Imatinibe (Glivec), para tratamento de Leucemia Mieloide Crônica.

Como as pessoas que compram medicamentos roubados podem ser investigadas por receptação, a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (ABRALE) recomenda aos pacientes que sempre peçam Nota Fiscal ao estabelecimento ao comprar medicamentos. Desta forma, há garantia de que a mercadoria tem origem lícita.




Confira a matéria do Bom dia Brasil na íntegra:

Presa quadrilha que roubava e vendia remédios contra câncer

Os medicamentos eram roubados à mão armada de hospitais públicos. Prejuízos chegam a R$ 20 milhões

A polícia apertou o cerco e chegou a uma distribuidora que revendia remédios roubados em outros estados. O dono foi preso ontem quando fazia uma entrega.

A distribuidora fica em um prédio na zona sul de São Paulo. Vende remédios caros para o tratamento do câncer, entre eles o Mabthera e o Glivec, indicados para pacientes com leucemia. Uma caixa do Mabthera custa no mercado, em média R$ 5 mil e o Glivec passa dos R$ 10 mil.

Os medicamentos não constam na lista vendida pela distribuidora na internet. A polícia investiga a distribuidora desde março e sabe como a quadrilha agia.

“Entravam a mão armada nas unidades de saúde, rendiam funcionários e roubavam medicamentos. Medicamentos roubados eram repassados para intermediários que alocavam esses medicamentos em distribuidoras. Essas distribuidoras revendiam esses remédios no mercado, vendendo para hospitais e clínicas”, descreve o corregedor da Secretaria Estadual de Saúde Alexandre Zakir.

De acordo com a polícia, neste ano a Oncofarma vendeu R$ 2,3 milhões só do Mabthera, mesmo sem autorização nem nota de compra.

Além de São Paulo, a polícia rastreou a distribuição das caixas para o Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Paraíba. A polícia quer saber agora quem são os intermediários, pessoas que repassam os remédios roubados para a distribuidora. Também serão investigados os clientes que compravam medicamentos da Oncofarma. O objetivo é descobrir se os hospitais, clínicas ou planos de saúde sabiam que os remédios eram roubados.

Esta semana também, a polícia prendeu quatro funcionários do Hospital do Servidor Público Estadual que faziam parte de outra quadrilha de roubo de remédios. Em apenas um ano, desviaram o equivalente a R$ 600 mil também de medicamentos contra o câncer.

A distribuidora não foi fechada. Continua funcionando porque os medicamentos roubados não foram encontrados no prédio. O dono vai responder por receptação. A pena pode chegar a 8 anos de prisão.

Fonte: Bom dia Brasil



Escrito por blogabrale às 10h29
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Heart Parade - Parada dos Corações

Acompanhe a matéria exibida no Programa Ressoar. Nesta matéria vamos conhecer o trabalho de um dos artistas que pintarão corações para a Heart Parade, que funcionará nos mesmos moldes que a Cow Parade. O Heart Parade ou Parada dos Corações é uma campanha realizada para contribuir com os projetos da ABRALE - Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia e do Instituto Ressoar.

 

 



Escrito por blogabrale às 17h39
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Rede de esperança

O Brasil vai integrar o maior banco de doadores de medula óssea do mundo, o americano National Marrow Donor Program. Portaria do Ministério da Saúde publicada ontem oficializou a parceria, que possibilita a pacientes estrangeiros que sofrem de doenças como leucemia a buscarem no Brasil um doador compatível de células-tronco hematopoéticas (encontradas na medula óssea, no sangue de cordão umbilical e no sangue periférico). O contrário — a busca de brasileiros por materiais genéticos de estrangeiros — já ocorria, mas não de forma sistemática. E quando o paciente daqui tinha sucesso na procura, o país precisava desembolsar cerca de R$ 50 mil, usados no custeio de exames lá fora, logística e transporte da medula.

A quantia a ser paga continua, mas com a entrada do Brasil na rede, vale a lei da reciprocidade. Ou seja, estrangeiros que obtiverem materiais genéticos no banco nacional também terão de desembolsar o mesmo valor. “Ficaremos no sistema de crédito e débito, que é muito positivo, pois o governo não tem uma verba suficiente para bancar toda a demanda”, avalia Merula Steagall, presidente da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), organização que iniciou as buscas, antes da entrada do Brasil na rede, nos registros americano e alemão. A dirigente da entidade espera, entretanto, que a inclusão no cadastro mundial incentive o país a buscar os padrões de excelência dos americanos.

Demora

“Quando enviamos um pedido ao banco de doadores dos Estados Unidos ou da Alemanha, em duas horas já temos uma resposta preliminar, dizendo se houve ou não a identificação de possíveis doadores e o que será feito em seguida. No caso do Brasil, esse retorno demora ao menos um mês”, diz Merula. Até para quem consegue um doador compatível, a dificuldade existe. Hoje há, segundo o Ministério da Saúde, 202 pessoas com doadores de células-tronco hematopoéticas identificados aguardando a realização do transplante. Há 2.062 na lista à procura de alguém com características suficientemente parecidas a ponto de poderem doar. Em 2008, foram realizados cerca de 1,7 mil transplantes de medula óssea no país.

Enquanto o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea tem cerca de 800 mil cadastrados, o National Marrow Donor Program conta com 7 milhões. A parceria internacional, alerta Regina Fontes, gerente da Abrale, não deve enfraquecer o registro brasileiro. “Ainda existe um mito de que doar arranca pedaço, machuca. Temos que acabar com isso para fortalecer o nosso banco e aumentar a esperança de quem precisa”, afirma.

INFORMAÇÕES Para saber mais sobre doação de medula óssea em Brasília, ligue para o Hospital de Base no número 3325-5055

O número
2.062 brasileiros procuram um possível doador de células-tronco hematopoéticas

202 pessoas já identificaram doadores e aguardam a realização do transplante

1,7mil transplantes de medula óssea foram realizados no Brasil em 2008

Fonte: Correio Braziliense

Clique aqui e veja a entrevista da presidente da ABRALE, Merula Steagall, para o Terra TV.



Escrito por blogabrale às 11h39
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Nova Campanha ABRALE

Anúncio publicado na Folha de S. Paulo em 6 de fevereiro de 2009



Escrito por blogabrale às 11h34
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