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Além do tratamento

 

Por Maria Teresa Veit – Coordenadora do Departamento de Psicologia da ABRALE (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia)

 

Percorremos um considerável caminho ao ultrapassarmos antigas noções de que tratar-se é sinônimo de medicar-se, ou de que a doença afeta apenas órgãos isolados ou mesmo restringe-se ao próprio corpo físico.  Entendemos hoje que tratamentos efetivos devem envolver cuidados mais amplos, que vão além daqueles dispensados ao corpo e, também, compreendemos que há muito mais do que remédios para compor um verdadeiro tratamento integral.

 

Sabemos da importância da atenção médica e de toda a equipe de profissionais de saúde que, dentro de suas especialidades, oferecem diagnósticos e planos de cuidados em inúmeras áreas.  E sentimo-nos mais seguros, mais assistidos, quando cercados pela atenção de tantos estudiosos que a cada dia desenvolvem novos recursos e os colocam à nossa disposição.

 

O que têm todos esses cuidados em comum é o fato de que os recebemos já estruturados, praticamente prontos para o consumo.  São desenvolvidos e pensados por outros e a cada um de nós cabe aceitá-los e segui-los “conforme a bula”.

 

Como complemento a esse elenco de procedimentos que compõem o tratamento integral, foram hoje desenvolvidas novas técnicas e estratégias que demandam um envolvimento muito mais ativo de cada pessoa.  É preciso que as incorporemos de maneira profunda à nossa forma de ser e até de sentir, não apenas durante os momentos de doença, mas por toda a vida.  Elas não se restringem aos objetivos curativos porque contemplam também propósitos preventivos e de qualidade de vida em geral.  Seu foco sai da doença e migra para a saúde do corpo, da mente, do espírito, das relações humanas... 

 

Do que trata sua essência?  Basicamente de mudança de alguns hábitos que, em modelo de “piloto automático”, adotamos sem refletir, repetimos sem criticar, copiamos sem lhes compreender os motivos.  Têm por finalidade uma postura renovada diante de fatos costumeiros; uma percepção mais profunda de nós mesmos, de nossos impulsos e de nossos recursos.

 

Em nossa sede, aqui na ABRALE, desenvolvemos algumas atividades que adotam essa perspectiva.  O Grupo das Deusas é voltado ao autoconhecimento feminino, utilizando-se das deusas da mitologia grega. Leva-nos, de forma lúdica e leve, ao conhecimento  de interessantes aspectos próprios que nos eram desconhecidos.  O Ciclo de Manejo do Estresse conscientiza e informa sobre diferentes maneiras de nos recuperarmos dos efeitos deletérios que situações estressantes deixam em nossos corpos e mentes; as técnicas simples, uma vez aprendidas, podem passar a fazer parte do dia a dia de todas as pessoas.  O Trabalho com Mandalas utiliza recursos de arte, de concentração e de autopercepção, com vistas à organização mental, ao apaziguamento de estados de agitação desencadeados  na vida diária, à adoção de uma postura de maior serenidade diante dos eventos da vida.

 

Consistem  todas em atividades em pequenos grupos - acessíveis a pacientes, familiares e cuidadores - com duração curta e periodicidade semanal.  Embora frequentemente atinjam resultados de natureza terapêutica, não são terapias formais e oferecem aquele “algo mais” que faz a diferença.

 

Nossa equipe está permanentemente empenhada em criar e formatando atividades que vão Além do Tratamento.

 

Para mais informações, entre em contato pelo 0800 773 9973 ou pelo abrale@abrale.org.br. Acesse www.abrale.org.br



Escrito por blogabrale às 18h23
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