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A favor da saúde

 

Alvo de pesquisas em respeitadas instituições mundiais, a meditação tem surpreendido por sua eficácia na melhoria da saúde física, mental e emocional

 

Quando se pensa em meditação, a primeira imagem que vem à mente é de alguém sentado com as pernas cruzadas, olhos fechados, mãos em descanso, num lugar silencioso e tranquilo. Essa referência, muito difundida pelos praticantes de ioga, é apenas uma entre milhares de maneiras de se meditar. Hoje, os especialistas mostram que é possível meditar caminhando, em meio a outras pessoas, no trânsito, na agitação urbana ou mesmo num hospital.

 

Alvo de pesquisas em importantes instituições mundiais, a meditação apresenta resultados positivos que têm surpreendido, especialmente na eficácia da técnica para melhoria da saúde física, mental e emocional. Reconhecida pela ciência, a meditação tem sido adotada como um caminho complementar no tratamento de doenças como câncer, Aids, hipertensão, problemas digestivos, dores, e na prevenção de patologias coronarianas.

 

Estudos em universidades americanas evidenciam que a técnica contribui para baixar a pressão arterial, reduzir a produção dos hormônios do estresse e estimular a de endorfinas, neurotransmissoras do bem-estar, que têm o efeito de um analgésico natural e proporcionam maior controle da ansiedade e equilíbrio emocional, auxiliando na prevenção de doenças cardiovasculares como AVC e infartos.

 

Entre os usos terapêuticos da meditação, bons resultados têm se verificado entre os pacientes oncológicos, como a redução dos efeitos colaterais da quimioterapia: náuseas, vômitos, insônia e inapetência.

 

A técnica tem conquistado novos adeptos no mundo e estima-se que, só nos Estados Unidos, já existem cerca de 10 milhões de pessoas que meditam regularmente, incluindo pacientes de diversos centros médicos. No Brasil, esse número também tem crescido e, na área da saúde, há a implementação de programas em hospitais particulares e na rede do Sistema Único de Saúde (SUS), por meio da Políticas Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, criada em 2006, que prevê o uso de terapias não convencionais como a acupuntura, fitoterapia e medicina tradicional chinesa, nas quais se insere a meditação.



Escrito por blogabrale às 18h58
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GLIVEC PARA CRIANÇAS

 

Medicamento, que aumenta em 80% as chances de cura, é liberado para o tratamento da leucemia infantil

 

Por Tatiane Mota

 

No dia 12 de abril, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o medicamento mesilato de imatinibe (nome comercial, Glivec) como de primeira linha para o tratamento de crianças com leucemia mieloide crônica (LMC).

 

Segundo dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer), o tipo de câncer que mais acomete crianças é a leucemia. Dentre os subtipos, o mais comum nos primeiros 10 anos de vida é a leucemia linfoide aguda (LLA). A LMC é rara na infância, representando menos de 5% da doença nesta faixa etária.

 

A diferença entre a LMC e as outras leucemias é a presença de uma anormalidade genética nas células doentes, conhecida como cromossomo Philadelphia (Ph+). Seus principais sintomas são cansaço, falta de fôlego durante atividades corriqueiras, palidez, devido à anemia, suor excessivo, perda de peso e aparecimentos de manchas roxas pelo corpo.

 

Atualmente, o Glivec é tratamento padrão entre os pacientes diagnosticados com LMC. Administrada via oral, esta droga apresenta 80% de possibilidade de alcançar a remissão completa, sendo seu uso indicado por pelo menos 5 anos.

 

Mas, embora os resultados sejam bastante positivos, até então apenas adultos tinham autorização para utilizar o medicamento, indicado apenas para o traramento da LMC Ph+. O principal motivo para isso era a falta de informações conclusivas a respeito do efeito curativo nas crianças e adolescentes com a doença.

 

“Como a LMC é rara na faixa etária pediátrica e a eficácia do medicamento necessitava ser comprovada para esse grupo de pacientes, a liberação demorou um tempo maior, mesmo sendo aprovado pelo FDA (Food and Drug Administration) em 2003”, disse a Dra. Ana Lúcia Cornacchioni, onco-hematologista pediátrica e coordenadora do Comitê Científico Médico da ABRALE.  

 

Até então, o transplante de medula óssea era considerado a única forma de terapia nesta faixa etária, permitindo que cerca de 65% a 75% das crianças alcançassem a cura.

 

“Essa conquista é um avanço para os pacientes pediátricos em tratamento, que poderão obter melhor qualidade de vida ao utilizar a medicação”, ressalta a Dra. Ana Lúcia.

 

Os efeitos colaterais do Glivec nas crianças são os mesmos dos adultos. Retenção de líquidos, náusea e vômitos, dores musculares, diarréia e erupções da pele podem ocorrer, na maioria dos casos, de forma amena.

 

“Sempre que houver algo de diferente durante o tratamento, é fundamental falar com o médico responsável”, diz a Dra. Ana Lúcia e complementa: “realizar exames periódicos, como contagem de células sanguíneas e análises citogenéticas da medula óssea também são essenciais.”

 

DESTAQUE

Para mais informações sobre a LMC e outros tipos de leucemias e seus tratamentos, acesse www.abrale.org.br



Escrito por blogabrale às 18h23
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